SÉRIE: Como Receber o Milagre de Deus
AUTOR: Pr. Robson Brito
MINISTRANTE: Ev. Daniel Ramos – Co-Pastor da Sede
Texto Bíblico: 2 Re 5.1-14.
Parte 5: Milagres operados por Deus por meio do ministério do profeta Eliseu
Eliseu – “Deus é Salvador”, começou seu ministério no reinado de Jorão, provavelmente cerca de
Como Eliseu pediu porção dobrada (2 Re 2.9) do Espírito que agia na vida do profeta Elias (que fizera sete milagres) foi o instrumento por meio do qual, no poder do Espírito, realizou treze milagres em vida; e o último milagre feito por Deus em seu ministério foi realizado através de seus ossos, depois de sua morte – quando um homem lançado em sua sepultura foi ressuscitado. Esta maravilha completou um total de quatorze milagres, número exatamente duas vezes maior do que o número realizado por Elias seu mentor e antecessor.
Milagres do ministério de Eliseu:
1. Abertura das águas do rio Jordão,
2. Purificação das águas de uma fonte, que eram ruins,
3. Juízo contra 40 adolescentes insolentes, provavelmente, adoradores do bezerro de Jeroboão, quando uma ursa os despedaça.
4. Surgimento na terra água para matar a sede do povo de Israel.
5. Multiplicação do azeite da viúva,
6. Cura da esterilidade de uma mulher sunamita,
7. Ressuscitamento do mesmo menino,
8. Saneamento do caldo de ervas venenosas,
9. Multiplicação de pães de cevada e de espigas verdes,
10. Cura da lepra de Naamã,
11. Flutuação de um machado de ferro,
12. Juízo de lepra contra Geasi por seu pecado de simonia,
13. Libertação de Samaria pelos carros invisíveis “de Eliseu”,
14. Ressuscitamento de um homem lançado na sepultura deste profeta.
Em cada milagre destes, há ensinos preciosíssimos, mas, por causa do tempo, iremos priorizar as dentre dos quatorze milagres, as lições que se pode aprender a partir da cura da lepra do general Naamã.
I. LIÇÃO MISSIOLÓGICA. Deus quando quer operar milagres não faz acepção de pessoas. Naamã era estrangeiro, de um povo historicamente inimigo de Israel até hoje, mas Deus já o abençoara e ao seu povo anteriormente, por meio da sua vida (v.1b). A cura dele foi mais uma bênção, recebida pela graça de Jeová. Isto revela que os milagres e a salvação são destinados a toda espécie de ser humano, etnia e nação. Vemos aqui uma lição missiológica (Lc 4.27). A igreja também não pode esperar Deus discriminar quem o Pai quer abençoar em nossos cultos e em nossos ministérios pessoais (Tt 2.11). Você aceita Deus abençoar os não crentes?
II. LIÇÃO DO DISCERNIMENTO. Por vezes, alguém do povo de Deus está em situação que julgamos adversas e até achamos que são produzidas por satanás, todavia, são circunstâncias permitidas por Deus para a operação de milagres (v. 2). Paulo não disse ser preso de Nero e muito menos do diabo (Ef 4.1, Fp 3.12, Cl 4.3). Como, nós muitas vezes, o rei de Israel não conseguiu discernir isso (v.7) – diferente de Eliseu que pôde fazê-lo (v.8). Você tem discernido o trabalhar de Deus?
III. LIÇÃO DA HUMILDADE. O movimento com o qual Deus opera o milagre inicia com alguém que vive na condição subalterna de escrava (v. 2), a sugestão da criada sobe a patroa (v.3), dela ao grande general Naamã e deste à Sua Majestade Bem-Adad (v.4), e deste ao poder divino mediado pelo profeta. Em contraponto, com esse movimento da posição humilde para a mais elevada, Deus também nos ensina outro movimento de humilhação: O magnata Naamã tem de descer do rei ao profeta (vv.
IV. LIÇÃO DA GRATUIDADE. De algum modo Naamã acostumado a pagar ou fazer algo por tudo o que era e por tudo que possuía. Levou muito dinheiro para “comprar” a cura: cerca de
V. LIÇÃO DA DOXOLOGIA. “Doxologia” é a ação de glorificar a grandeza e a majestade divinas. O Milagre glorificou a Deus a ponto de Naamã reconhecer que o Deus de Israel é o SENHOR e não o deus Rimom de sua nação. Neste sentido, este milagre é um grande sinal – como todo o milagre deveria ser: Sinaliza a glória de Deus que traz libertação, produz vida e converte os pagãos e une os povos! (vv.