Não vos deixeis levar em redor por doutrinas várias e estranhas, porque bom é que o coração se fortifique com graça, e não com alimentos que de nada aproveitaram aos que a eles se entregaram. Hebreus 13:9

Assembléia de Deus
Sede - Maringá / Paraná)

Notícias

24/06/2009 / Notícias

Esclarecimento da Igreja Evangélica Assembléia de Deus em Maringá sobre o crime hediondo praticado contra menina da igreja

Pr. Robson Brito http://www.admaringa.com.br

Datena

Em seu programa de 24 de junho de 2009, o Jornalista Datena, apresentador da Rede Bandeirantes de Televisão, relembrou, acompanhado pelo senador Magno Malta, o crime hediondo ocorrido em 20 de outubro de 2007 contra a menina Márcia Constantino, filha de um casal de membros da Assembléia de Deus de Maringá. O criminoso foi Natanael Búfalo, que estuprou, assassinou e queimou o corpo da jovem menina Márcia Constantino. O assassino vai a júri popular.

 

Tendo em vista a repercussão nacional do caso, na época a Assembléia de Deus publicou uma nota de esclarecimento, em respeito à opinião púlbica, à mídia e às Igrejas Evangélicas no Paraná e no Brasil, voltamos a publicar esta nota.

 

Circunstâncias do Crime

Na noite de sábado, dia 20 de outubro de 2007, a Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Maringá promoveu um evento, em nosso templo sede, à Rua Fernão Dias, 212, no centro da cidade, que contou com a presença de mais de 1.000 pessoas, entre membros e convidados em geral da comunidade, parte deles dentro do templo e outro tanto fora do templo, os quais participavam pelo telão, com transmissão simultânea do culto, no estacionamento, um terreno de 3600 m2. Costumamos ter toda uma estrutura de apoio e de vigilância exercida por um funcionário e cerca de doze voluntários da Igreja para um evento dessa natureza.

 

O desaparecimento da menina

Por volta das 22h30m, cerca de trinta minutos depois que o evento havia acabado, a direção da Igreja foi comunicada sobre o desaparecimento da menina de 10 anos de idade, Márcia Andréia do Prado Constantino. Ela estivera nas dependências externas do templo. Era de uma família bem estruturada e bem crente, cujo pai é presbítero nosso, atuando na área de logística e a mãe também atuante nos trabalhos da igreja. Ambos estavam presentes ao evento. A mãe permitira que a filha, menina comportada e inteligente, saísse por alguns instantes de seu lado, de dentro do templo e o pai, na ocasião, ajudava operar a mesa de som.

 

Ações da Igreja frente ao desaparecimento da menina

Tendo conhecimento do fato, imediatamente, a direção da Igreja tomou as seguintes providências: comunicação do fato às autoridades civis e policiais; buscas incessantes em diversos lugares; assistência plena aos familiares e distribuição de fotos da menina em inúmeros locais estratégicos, como hospitais, lanchonetes, restaurantes e bares; colagem de cartazes com sua foto nos ônibus de transporte coletivo de toda a Região Metropolitana; e pesquisamos até junto aos moradores de rua. Foi feita uma mobilização de uma grande equipe que permaneceu em vigília procurando a menina em contato com as autoridades policiais. Enfim, todas as ações necessárias e urgentes foram tomadas de imediato.

 

A notícia do homicídio da garota

Lamentavelmente, o desaparecimento teve um desfecho trágico com a localização do corpo da menina, na zona rural da cidade, na saída para a cidade de Iguaraçu, a cerca de 17 kms de Maringá, no dia seguinte, domingo, 21 de outubro de 2007, por volta das 7 horas da manhã. O corpo apresentou lesão raquimedular, afundamento de tórax, politraumatismo, estupro, ato libidinoso, ação contundente/agressão física e foi parcialmente incinerado.

 

 

Primeira Nota de Esclarecimento à Mídia

 

“Profundamente consternada e solidária à família vítima de uma ação violenta e insana e – em respeito à opinião pública -, a Igreja Assembléia de Deus de Maringá esclarece os seguintes fatos: Na noite de sábado último, dia 20, promovemos um evento que reuniu mais de 1.000 pessoas entre membros e convidados em geral da comunidade. Por volta das 22h30m, quando se encerrou o evento, a direção da Igreja foi comunicada sobre o desaparecimento nas dependências externas da Igreja de uma criança de dez anos de idade filha de um casal de membros também presente ao evento. Imediatamente, a direção da Igreja tomou todas as providências cabíveis: comunicação do fato às autoridades policiais, buscas incessantes em diversos lugares, assistência plena aos familiares e distribuição de fotos da menina em locais estratégicos. Enfim, todas as ações necessárias e urgentes foram tomadas de imediato. Infelizmente, o desaparecimento teve um desfecho trágico com a localização do corpo de M. A. P. C., de 10 anos de idade, na saída para Astorga, na manhã deste domingo, dia 21. Apesar de toda a estrutura de apoio e de vigilância exercida por voluntários da Igreja para um evento dessa natureza, infelizmente, fomos vítimas de uma fatalidade que poderia – e pode ocorrer – quando centenas ou milhares de pessoas estão reunidas num mesmo local. Reiteramos nossa solidariedade à família porque a dor dela é a mesma dor que sentimos. Rogamos as orações de toda a comunidade para que juntem às nossas orações na busca do conforto aos familiares e a todos que compartilham neste momento da mesma dor. Da parte da Assembléia de Deus em Maringá, tomamos todas as providências administrativas. E confiamos na instituição policial para que o (s) responsável (responsáveis) sejam descobertos e respondam judicialmente pela violência  brutal que tirou a vida de uma adolescente muito querida por todos nós”.

 

 

Ação Pastoral Imediata

 

Junto à família

Tendo tomado conhecimento do fato a direção da igreja teve uma ação pastoral junto à família, com o líder da igreja acompanhado de mais três pastores e voluntários membros da igreja: médico, enfermeiras e psicóloga. Em seguida, a igreja disponibilizou um hotel para a família da menina. Ministramos consolo, segurança e choramos junto com a família.

 

Junto à Opinião Pública

Simultaneamente, a Assessoria de Imprensa da Igreja feita por jornalista, membro da igreja, reconhecido estadualmente como profissional na área, redigiu junto com uma comissão de três pastores uma nota escrita à imprensa, sendo nomeado um obreiro da igreja local como porta-voz, para somente ele falar em nome da igreja em entrevista coletiva. A mesma nota foi apresentada nos programas de Rádio da Igreja e dos seculares, bem como no programa de TV da igreja em canal aberto.

 

Junto à Polícia

Dez obreiros foram disponibilizados para ajudar a polícia, alguns deles com curso técnico na área de investigação. Colocamos veículos, informações e outros elementos logísticos à disposição do Delegado Chefe a fim de que o caso fosse elucidado. Enquanto consolávamos a família no velório, obreiros e voluntários da igreja trabalhavam incessantemente na coleta de dados para colaborarmos com as investigações da polícia.

 

Reação na Cidade de Maringá

A partir do conhecimento por parte da comunidade maringaense, tivemos a solidariedade de autoridades civis, militares e eclesiásticas, inclusive uma nota escrita pela arquidiocese católica de nossa cidade foi publicada na mídia manifestações de condolências à família e à igreja. Muitos líderes religiosos da região nos enviaram ofícios concordando que fôramos “vítimas de uma fatalidade que poderia – e pode ocorrer – quando centenas ou milhares de pessoas estão reunidas num mesmo local”.

 

 

A tentativa de dissimulação do criminoso

A tentativa de dissimulação do criminoso foi ardilosa e diabólica. Demonstrando muita consternação, chegou a ajudar intensamente nas buscas da menina, depois da meia-noite e chegou a participar do velório no domingo à tarde. Representava muito bem, com forte espírito de engano. Chegou a consolar a família, chorar junto com os pais e dizer que o criminoso seria pego!

 

 

Ação de Deus e a Mobilização do Povo de Deus

Centenas de irmãos se mobilizaram voluntariamente em oração e jejum, vigílias de oração por todo o campo eclesiástico da AD de Maringá. Deus nos orientou a realizarmos o Relógio de Oração com irmãos e irmãs orando 24 horas em todas as nossas congregações. Obreiros se postaram em consagração e clamor ao Senhor. Deus nos ouviu. Outras denominações também clamavam a Deus. E a OPEM – A Ordem dos Pastores Evangélicos de Maringá deu total apoio.

 

Apesar da alta capacidade de representação do criminoso e do seu forte espírito de engano, Deus agiu. Pela graça do Senhor, Deus usando o líder da igreja com outro pastor pelo exercício do dom da palavra do conhecimento e do dom de discernimento de espírito  e por evidências racionais, identificaram o autor do crime. Comunicando o fato ao Delegado Chefe, Dr. Antônio Brandão Neto, que também é crente pentecostal fervoroso e diácono de sua igreja. Assim, as investigações se intensificaram em torno desta pessoa. Posteriormente, nas entrevistas, o Delegado Chefe reputou a solução do caso a Deus e à colaboração intensa dos pastores da Assembléia de Deus.

 

Ação pastoral junto ao suspeito principal

No dia 24 de outubro, o líder da igreja falou com o suspeito principal, ministrando-lhe séria e exortativamente a Palavra e dizendo-lhe das vantagens da sua confissão, caso fosse ele o culpado de fato e prontificando-se a ir com ele junto às autoridades e fazer o possível, do ponto de vista jurídico, para preservar-lhe a integridade física. Entretanto, ele negou terminante e veementemente que fosse o autor do crime.

 

A reticente confissão do principal suspeito e a ação de seu voluntário advogado

Depois de a Polícia Civil colher dois depoimentos do principal acusado – Natanael Búfalo -  percebeu que ele se contradizia na construção de álibis, mas com frieza e segurança negava a todo tempo que fora ele o autor do crime. No segundo depoimento, mesmo colhendo sangue para ser enviado a Curitiba para se fazer o exame de DNA, continuava negando o crime. Acompanhado de seu voluntário advogado, prevendo o resultado dos exames da polícia científica pediu via hábeas corpus preventivo para aguardar os resultados detido numa cela isolada na Penitenciária Estadual de Maringá, pedido ao que o delegado preferiu não acolher. O advogado (muito crente) aceitou ajudá-lo para de certa forma para tranqüilizar a sociedade e salvaguardar a integridade física da família do criminoso, que passou sofrer uma forte tensão por parte da sociedade e, principalmente, para se evitar a possibilidade de ele pudesse praticar outros crimes, estando solto, pois segundo seu entendimento e com base na Palavra de Deus, “a vida humana está acima de tudo”.

 

 

A confissão depois de como não havia mais como negar

No dia 26 de outubro de 2007, sexta-feira, o criminoso ainda continuava negando a autoria do crime. Levado à delegacia, pela terceira vez, continuou negando a autoria. Mais tarde, depois das perspectivas da confirmação do resultado dos exames de análise das luvas que ele utilizou para ocultar o cadáver, fios de cabelo que estavam na mão da menina e bem como de DNA (a partir de resquícios de sêmen encontrados no corpo da vítima) e de outras evidências confessou o crime, com detalhamento e frieza. O Delegado resolveu pedir à Justiça a Prisão Temporária de Natanael Búfalo por 30 dias e pediu também Mandados de Busca para a sua casa, onde foram recolhidos longos fios de cabelo como os de Márcia e outros objetos que o ligavam ao crime. Somente, diante da perspectiva da confirmação do exame de DNA do instituto de Criminalística (IC) do Paraná que seria concluído na segunda-feira seguinte (dia 29 de outubro) e das outras evidência na sua casa  é que Búfalo.

 

A confissão de Natanael Búfalo foi dada aos delegados de Maringá e a um promotor da cidade de Curitiba e a outro da cidade de Maringá na presença do advogado voluntário.  Disse que esteve no sábado à noite no pátio da Igreja Evangélica Assembléia de Deus, e abordou a menina no pátio, seduziu-a oferecendo um pedaço de bolo. Combinou com ela de ele sair na frente caminhando pelo estacionamento e indo pelo meio da rua dirigindo-se até o seu veículo que estava estacionado a cerca de setenta metros do portão do templo, ela iria atrás, algum tempo depois pela calçada. Ele entrou primeiro carro, esperou-a e depois que ela também entrou. Em seguida, ele a levou para sua casa (a 4 km da igreja e a 1 km da Delegacia de Polícia). Em lá chegando, barbarizou-a e matou-a. Natanael depositou-a no carro e foi até a saída de Iguaraçu, para se desfazer do corpo. No local, colocou o corpo da menina sobre o capô e cometeu necrofilia. Jogou álcool e colocou palha de milho sobre o corpo e ateou fogo; retornou, tirou suas as roupas e colocou no dia seguinte no lixo do vizinho. O lençol colocou na máquina de lavar roupas de sua casa. Mesmo com a prisão e confissão, o inquérito só se encerrará, possivelmente, na primeira semana de novembro de 2007, quando será pedida a Prisão Preventiva do réu.

 

Breve Histórico e Vida Eclesiástica do Criminoso

Natanael Búfalo batizou-se em uma Assembléia de Deus na região Centro-Oeste do Estado de São Paulo em 12 de março de 1978; desviou-se da igreja aos 18 anos ficou mais de 2 anos desviado voltou para igreja em uma Assembléia de Deus no sul do Estado de São Paulo; veio para o norte velho do Estado do Paraná onde tornou-se membro da AD; no ano de 1987, mudou-se para a Região metropolitana da capital paranaense, onde passou por uma congregação da Assembléia de Deus, por outra Igreja Pentecostal onde se casou, vindo a se divorciar em 1998; chegou a ser bem atuante em uma outra denominação neo-pentecostal, depois mudou-se para o Mato Grosso e depois foi para a cidade de Nova Esperança, sempre freqüentando igrejas e até sendo membro de alguma delas.

 

Crime Anterior

Foi apenado a cumprir mais de 13 anos de reclusão preso, na Comarca de Nova Esperança, por Estupro qualificado e atentado violento ao pudor (que sempre negou, mas a vítima o reconheceu), crime este praticado na cidade de Presidente Castelo Branco, em 4 de julho de 2001, ficou preso na cadeia pública desta cidade por 1 ano e 8 meses em Nova Esperança, sendo transferido para a PEM – Penitenciária Estadual de Maringá, ficando preso nesta unidade prisional até o dia 9 de junho de 2005, saindo com o benefício da Liberdade Condicional.

 

Família do Criminoso

Vale lembrar que a família do criminoso é grande, formada de pessoas íntegras e direitas, sem nenhuma passagem pela polícia, inclusive, o pai de Natanael é um presbítero de nossa igreja com mais de 30 (trinta anos) de ministério e que nunca teve absolutamente nada que desabonasse sua conduta, em qualquer que seja o aspecto. Parte da família é da AD e outros parentes fazem parte de outras quatro igrejas diferentes na cidade e região, com boas referências de seus pastores.

 

 

Como este homem foi admitido no rol de membros da AD de Maringá

Este homem desde que foi transferido da Cadeia de Nova Esperança para a Penitenciária Estadual de Maringá em 5 de março de 2003 sempre participava do culto semanal feito pela Assembléia de Deus em Maringá, naquela unidade prisional até abril de 2004 e, a partir de maio de 2004 a 9 de junho de 2005, nosso culto lá mudou a periodicidade de realização para cada quinze dias, o homem continuava voluntariamente assíduo aos cultos.

 

Nestes cultos, ele sempre se fez presente, participando ativamente. Pediu por duas vezes para entrar em comunhão dentro da Penitenciária, mas o dirigente achou prudente não recebê-lo de imediato, pois nunca havia assumido o seu crime. Tentou se tornar líder dos evangélicos na PEM, mas o pastor responsável pelo trabalho impediu isso. Posteriormente, a própria direção da penitenciária impediu-o também de tentar liderar qualquer grupo lá dentro.

 

O mesmo sempre participou dos atendimentos individuais que eram ministrados por um pastor na Penitenciária uma vez por mês. Quando o mesmo saiu da Penitenciária em 9 de junho 2005, passou a congregar em nosso templo sede passou pelo costumeiro processo de observação inicial de três meses que fazemos normalmente, com novos convertidos ou com membros de outras denominações; mas, no caso dele, além destes três meses, o observamos por mais três meses, só então o recebemos em 30 de dezembro de 2005, segundo seu testemunho. Até a data do crime, ninguém havia feito nenhuma reclamação contra Natanael Búfalo. Depois de oito meses congregando conosco, chegou a participar de um grupo musical.

 

Ação Pastoral para com os pais da vítima, depois da confissão do criminoso

O comunicado da identidade do criminoso foi pelo pastor da igreja aos pais. Os pais também foram atendidos por uma psicóloga membro da igreja e foi disponibilizado um ambiente reservado para ambos em uma propriedade longe do centro de Maringá. Cinco pastores acompanharam a família chorando com ela e ministrando-lhes a Palavra.

 

Ação Pastoral para com a Família do Criminoso, depois da confissão do criminoso

Os pastores da igreja junto com mais três obreiros ministraram à família do criminoso depois que o mesmo foi preso. Tendo em vista alguns telefonemas que a família passou a receber, também oferecemos uma ajuda a partir da empresa de segurança que presta serviços à igreja.

 

Ação Pastoral para com a Mídia, depois da confissão do criminoso

 

Pela graça de Deus, em nossa cidade e região, a mídia sempre tratou a igreja com muito respeito no caso. Nenhuma manchete escrachou o nome da igreja.

 

1. Segunda Nota de esclarecimento da Igreja

Tendo a Polícia noticiado a identidade do criminoso a Assessoria de Imprensa da AD de Maringá redigiu e publicou nos Jornais, na TV, no Rádio a seguinte nota de esclarecimento:

 

“Em vista do trabalho exercido pela Igreja Evangélica Assembléia de Deus em Maringá e Região e por outras igrejas em todo o Brasil esse foi um caso isolado no qual também fomos vítimas. Testemunhamos vários casos reais de transformação, restauração de vidas, atuação que traz grandes benefícios para a comunidade, conforme testemunhado pela própria sociedade. A A. D. não partilha em nada com as atitudes tomadas por qualquer de seus membros onde estas venham a ferir os princípios da Palavra de Deus, da Ética e do nosso ordenamento Jurídico. Esta igreja em sua missão de pregar o evangelho, acredita como nosso Senhor Jesus, na recuperação do ser humano, por isso, atua em vários campos da sociedade, inclusive presídios, com assistência e inclusão social. E em sua natureza evangélica não discrimina nem duvida da profissão de fé de nenhum de seus membros. Acreditamos como nosso Senhor Jesus Cristo que na Igreja como no campo, infelizmente, existem o joio e o trigo, o bom e o mau. Em toda sociedade, existem pessoas boas e ruins. Depositamos nossa confiança na justiça de Deus e nas autoridades competentes para que o caso seja devidamente esclarecido e o responsável penalizado, nas formas da Lei. A A. D. em Maringá, como sempre fez, compromete-se a colaborar em todos os sentidos com as autoridades para total apuração e esclarecimento dos fatos e aplicação da Justiça. Agradecemos as manifestações de apoio e solidariedade à família e a nossa comunidade de fé nesse momento de dor e profunda consternação”.

 

2. Os pais da criança e o líder da igreja diante da Mídia.

A assessoria de imprensa da Assembléia de Deus em Maringá disponibilizou a estrutura da Igreja, os pais e o pastor da igreja para conceder uma entrevista coletiva à imprensa, às 9horas do mesmo dia 29. Os pais acharam importante falar à mídia. Nesta ocasião, os pais liberaram o perdão para o acusado (momento de grande impacto).

 

3. O Criminoso diante da Mídia.

O Criminoso foi apresentado à mídia às 10h.30min. de 29 de outubro de 2007. O Líder da Assembléia de Deus em Maringá, acompanhado de mais três pastores se fizeram presentes à apresentação do criminoso à sociedade a pedido do Delegado Chefe, ocasião em que o Delegado agradeceu enfaticamente a cooperação dos pastores e membros da Assembléia de Deus pela rápida elucidação do caso, reputando o mérito a Deus.

 

Deus está conosco

Apesar da desgraça casuísta, Deus está apresentando manifestação de graça, a igreja em Maringá tem se unido mais com esta tragédia e o povo de Deus tem manifestado um desejo ainda mais intenso pela oração, pelo desejo da santificação, pela integração das famílias e pela melhoria do ministério diaconal, que sempre foi bom em nossa igreja.

 

Os pais de Márcia, em Cristo, perdoaram o criminoso diante das câmeras e microfones da mídia. O Delegado Chefe glorificou a Deus diante de toda mídia. Alguns órgãos da imprensa elogiaram a unidade da igreja em Maringá. Todavia, assim como os profetas do Antigo Testamento temos mais perguntas que respostas, mas, Deus tem nos amparado e nos comunicado que sua permissão transcende ao que entendemos hoje pelo seu agir. Estamos sendo consolados pelo Espírito Santo. Continuamos crendo em uma palavra profética que Deus nos ministrou no dia do velório: “O Diabo pensa que ele ganhou, mas ele perdeu mais uma vez porque Deus transformará a tragédia em bênçãos!” Ainda em luto e consternados, porém com esperança, humildemente, rogamos as orações de todo o Povo Deus, cofiando que a vitória é nossa pelo sangue de Jesus, para glória do nosso Deus para todo o sempre.

 

 

Que a graça, a paz e a misericórdia do SENHOR lhes sejam multiplicadas!

 

 PR. ROBSON BRITO

Presidente da Igreja Evangélica

Assembléia de Deus de Maringá

 

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