Eu nasci na Índia, em uma família voltada ao Hinduísmo e ao Catolicismo; então, aprendi a adorar os “deuses” de meus pais. Aos 12 anos de idade, conheci missionários brasileiros que evangelizavam crianças; depois dos cultos eu ia lá para comer pão distribuído por eles. Um dia, fui convidado para participar de um culto e, nessa oportunidade, aceitei a Jesus como Salvador. O meu pai me expulsou de casa; por causa disso, fui morar com o casal de missionários brasileiros. Lá, cresci e aprendi a língua, os costumes e a comida brasileira. Depois de cinco anos, os meus pais aceitaram a Jesus, por meu intermédio, bem como quase toda a minha família.
Na Índia, conheci e me casei com a missionária Cristina George, que era aqui de Maringá. Aos 12 anos, ela recebeu o batismo com o Espírito Santo e um chamado missionário. Depois de formada em Magistério, ela fez um treinamento no JOCUM (Jovens com uma missão). Quando terminou o curso, recebeu um convite para ser professora na Índia. Nessa época, ela trabalhava na casa Maternal Evangélica
Desde 2006, moramos em Bangalori, na Índia. Os nossos cultos são realizados em uma casa simples (cabana) de um irmão, lugar pequeno com capacidade para 60 pessoas. O culto infantil precisa ser feito em outro horário, por não termos espaço físico. A nossa igreja já foi invadida e perseguida várias vezes, então temos urgência em comprar um terreno e construirmos um templo. Atualmente, existem quatro obreiros que nos ajudam nos cultos. Precisamos das vossas orações e de ajuda financeira para arrecadarmos aproximadamente R$ 30.000,00 para a construção da igreja.
Lá, não temos liberdade de falar de Jesus. Os crentes são perseguidos e açoitados de maneira brutal, mas eles não desistem da fé
Tudo o que a Rede Globo de Televisão está mostrando sobre a Índia é verdade. Isso nos causa muita preocupação, pois muitos irmãos podem ser influenciados, de maneira sutil e por curiosidade, quanto aos costumes e à idolatria do Hinduísmo. Muita gente está recebendo com facilidade esse modismo sem discernir o que é espiritual ou não. Agradecemos ao Pr. Robson Brito e à igreja pelo acolhimento e auxílio para o nascimento do nosso filho.