O Estatuto instrumentaliza as comparações com as ações ou atitudes praticadas pelos membros da igreja e seus administradores com as regras estabelecidas pela Assembleia Geral. Isto tem intuito de padronizar, de uma forma mais clara possível, o atingimento das finalidades previstas para o bem comum da entidade, o que diretamente volta a beneficiar a cada um dos seus membros.
O Conselho Fiscal verifica os documentos utilizados nas transações diversas, que ocor rem na entidade, seja as relacionadas ao financeiro, social e ou de postura administrativa. No primeiro caso das transações contábeis e financeiras, envolvem o patrimônio. Num segundo momento, um Conselho Fiscal atuante também contribui, além das atas e dos documentos devidamente notificadores, com suas sugestões e recomendações, para melhoria contínua dos procedimentos realizados na entidade. Em síntese, o estatuto da entidade nos posiciona entre o que podemos fazer e o que não devemos fazer, para que todos possam usufruir dos objetivos e das finalidades nele previsto.
Pr. Elias Estevam - Congregração Zona 2 - Servirá como auxílio a outras igrejas
Os dirigentes de congregações e os membros estão sendo ouvidos para a criação do novo Estatuto da igreja, o que torna o documento forte. Isso pode ser um exemplo para as demais igrejas.
>> Fique atento
“Ora aquele que é capaz de fazer infinitivamente mais do que tudo o que pedimos e pensamos...” Efésios 3.20
Comissão novo Estatuto - Ev. Zenailton Ferreira
Para o presidente da Comissão do Novo Estatuto, Ev. Zenailton Cordeiro. A Lei 10.406/02 (NCCB) que revogou o Código Civil anterior de 1916, trouxe em seu art. 44, IV, importante destaque às organizações religiosas (igrejas), introduzida pela Lei 10.825/03. Por essa e outras razões, permanece a necessidade de adequação do estatuto social da igreja, pois a últimaalteração foi feita em 09/08/55.
Mediante isso, a comissão de reforma do Estatuto trabalhou arduamente. Ao todo foram dezesseis produtivas reuniões da comissão do Estatuto para contemplar no anteprojeto, entre outras coisas, a visão ministerial, a missão, os valores, os objetivos, as estratégias, a forma de governo eclesiástico, as prerrogativas e a responsabilidade dos ministros religiosos e dos diretores estatutários, os direitos e deveres dos membros, bem como a metodologia administrativa.
Reformulação necessária - Dc. Manoel Marques
Considerando que o atual Estatuto está em vigor há mais de meio século, é necessária a sua reformulação. Louvo a Deus pela iniciativa do Pr. Robson Brito que, iluminado pelo Espírito Santo, dispõe-se a atender a essa necessidade, e pela Comissão formada por irmãos comprometidos com a Palavra de Deus para a elaboração do novo Estatuto. Todo trabalho está sendo feito, respeitando às leis aprovadas no País, mas seguindo com rigor os preceitos bíblicos ensinados por Nosso Senhor Jesus Cristo, para sermos uma igreja relevante e apostólica.
>>Conteúdo do novo Estatuto
1 - Natureza jurídica
2 - Credo da igreja, finalidade e história
3 -Congregações, seus templos e dirigentes
4 - Administração jurídica e eclesiástica
5 - Direitos, deveres e a disciplina dos membros
6 - Direitos e deveres dos ministros e como são ordenados aos ministérios
7 - Manutenção, patrimônio e responsabilidade dos gestores do patrimônio do povo de Deus