Não vos deixeis levar em redor por doutrinas várias e estranhas, porque bom é que o coração se fortifique com graça, e não com alimentos que de nada aproveitaram aos que a eles se entregaram. Hebreus 13:9

Assembléia de Deus
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Notícias

10/06/2010 / Notícias

O Direito de uma Família

Na lei de Deus não encontramos vestígios de uma criação ou formação meio termo

Pb. Claudinei Modesto da Silva admaringa

A desembargadora Maria Berenice dias afirma que o Poder Judiciário, pela primeira vez, deixou a hipocrisia de lado e encarou a realidade: um casal, mesmo formado por pessoas do mesmo sexo, pode sim, adotar uma criança.
Segundo ela já estava mais do que na hora de a Justiça reconhecer que os homossexuais têm capacidade de constituir uma família em plenas condições de criar, educar, proteger e amar uma criança.
                                                                                                                   Diante da defesa aplicada pela Drª Maria Berenice, ficamos a pensar, quais as bases e princípios do posicionamento da Vice-Presidente Nacional do Instituto Brasileiro de Direito de Família – IBDFam. Pois a questão não é os benefícios que as crianças merecem, pois elas merecem muito mais que educação, proteção e amor. A questão é que tipo de moralidade esta criança estará adquirindo, pois ela estará recebendo uma formação que foge dos princípios do homem, da ciência e de Deus.

Na lei e constituição dos homens, até então, não existe família (lar) formado por pessoas do mesmo sexo. Na biologia não existe meio termo: ou é homem ou mulher, pois na Fecundação – que ocorre durante o ato sexual - as células sexuais femininas e masculinas podem encontrar-se, ocorrendo a fecundação e, através dela, a formação da célula-ovo ou zigoto. Esta se desenvolverá dentro do útero materno, até se formar um novo indivíduo, sendo este homem ou mulher.
Na lei de Deus não encontramos vestígios de uma criação ou formação meio termo. As escrituras hebraicas (Bíblia sagrada) diz “ No principio criou Deus, o  homem, e viu que não era bom que o homem estivesse sozinho, então formou a mulher, (adjuntora)” Entendemos que no principio da humanidade o propósito de Deus, na formação do sexo masculino e do sexo feminino, era um propósito amplo de satisfação pessoal e universal conforme narra o livro de Gênesis.
                                                                                                                             Segundo o Padre Luiz Antônio Bento, assessor da comissão para vida e família da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), “Nem sempre o que é legal é moral e ético”, afirma ele. "Cremos que a questão da adoção por casais homossexuais fere o direito da criança de crescer nessa referência familiar." Para padre Bento, as crianças têm o direito de conviver com as figuras masculinas e femininas no papel de pais.
                                                                                                                             O pastor Paulo Freire, presidente do conselho de doutrina da igreja evangélica Assembléia de Deus, tem posição semelhante a do padre Bento. "A criança precisa da figura do pai e da mãe para entender a vida". Para Freire, a instituição não é contra homossexuais.  O que é de se avaliar é a existência de dois pais ou duas mães, pois  confunde a criança sobre as figuras tradicionais da paternidade.
                                                                                                                            A FEB (Federação Espírita Brasileira) discorda de que a adoção por um casal gay pode ter efeitos negativos sobre a criança. "O mais importante em termos de educação e família é o amor. Com ele, não se entra na questão da sexualidade", disse Geraldo Campetti, diretor-executivo da FEB.
                                                                                                                            Para Campetti, o importante é a preservação da família e a formação do caráter.
Retornamos a pergunta: que família é esta defendida por Campetti ? Família com apenas uma geração de durabilidade, pois uma das grandes façanhas da família (homem mulher) é manter sua espécie, e como manterão sendo ambos do mesmo sexo?

Na função de cidadão brasileiro quero deixar claro que a prática do homossexualismo, não é o caso de ser tratado com preconceito e sim com respeito. O homossexual não é doença, não é de nascença, pois não foi comprovado, nem cientificamente e nem geneticamente. Assim, fica claro que deve ser uma preferência imposta ou aprendida. Portanto, se formos concordar com cada prática que a sociedade impõe por minoria de grupos e querer legalizar onde vamos chegar?Já pensaram se forem legalizadas as drogas, a pedofilia, o homossexualismo, aonde chegaremos?  O ser humano é insaciável, e cada vez vai querendo mais.  Onde ficam os nossos princípios?

Por. Claudinei Modesto

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