Ainda na infância
nos cultos, no grupo de louvor
das crianças, dos adolescentes, tínhamos
prazer em cantar. Veja o testemunho completo
Data: 16/11/2010
Testemunho de: Dupla Marcos & Moacir
Veja em nossa agenda as datas dos cultos e venha nos fazer um visitas.
Alguns vídeos dos nossos cultos:
No ano de 1988, fui batiza da nas águas. Minha filha se converteu a Cristo em seguida. Mas ainda sentia-me sozinha por não ter a companhia do meu esposo, pois antes estávamos juntos em tudo o que fazíamos. O que o dificultava ir à igreja, era o vício de beber cervejas. Eu continuei a orar com lágrimas diante de Deus pela salvação de toda a minha casa.
Eu temia por encontrar os irmãos da igreja Um dia, ele chegou do trabalho e disse: "A cerveja que eu gosto de beber está em promoção no supermercado, você pode buscar um engradado pra mim?". Eu lhe respondi: "Não!" Mas, no dia seguinte, algo falava muito forte dentro de mim para atender ao pedido dele.
Chamei o meu filho e, com as garrafas dentro do carro, fomos comprá-las. Eu temia por encontrar os irmãos da igreja; o que poderiam dizer ao me verem com o carrinho de compras cheio da bebida?
Ao chegar em casa, fiz o que não fazia antes: coloquei duas garrafas de cervejas na geladeira, movida por um sentimento muito forte. Todas as tardes, quando chegava do trabalho, ele colocava três garrafas para gelar, e me dizia: "Custava você pôr isso na geladeira pra mim?". Eu fazia de conta que não ouvia. Quando comecei a colocar somente duas, ele passou a tomá-las.
Ele nunca disse nada quanto ao fato de eu ter comprado cerveja e colocá-las na geladeira. Eu percebia, porém, que ele notava isso. Não deixei de orar e pedir a Jesus que o salvas-se lembrando-me de 1Pedro. 3. 1,2. Todos os domingos, quando me arrumava para ir ao culto, eu o convidava para ir junto, mas ouvia sempre: "Hoje, não". Muitas vezes, saía com os olhos em lágrimas e sentia-me sozinha. Uma vez, enquanto me arrumava, o Espírito de Deus me falou fortemente: "Hoje, você não vai convidá-lo". Saí muito triste. Mesmo que não aceitasse, sentia-me em paz em convidá-lo. Quando, retornei, ele me disse: "Eu pensei em ir à igreja, mas hoje você não me chamou!". Não entendi. Teria errado por não tê-lo chamado? Em seguida, senti uma grande alegria e muita paz no meu coração: Deus me fez entender que o Espírito Santo agia na vida dele.
"Vou à igreja com você"
Deixei de convidá-lo, até que, num domingo, enquanto me arrumava, percebi que ele também se preparava para sair e me disse: "Vou à igreja com você". Tive que me conter para não abraçá-lo e chorar de alegria. Como ele fazia críticas em relação ao dízimo e aos bens materiais dos pastores, fique receosa de que ele fosse à igreja apenas naquela vez.
Continuei em oração para que Deus o firmasse na fé. O primeiro propósito que meu esposo fez foi o de ser um dizimista. Confesso que fiquei temerosa acerca desse propósito, mas, graças a Deus, nossa vida mudou. No dia em que foi à igreja, ele jogou na pia da cozinha a cerveja que estava na geladeira. No ano de 1996, ele desceu às águas batismais. Assim, ganhei o meu esposo para Cristo sem palavras, sem críticas, sem cobrança, mas com muito amor, oração e lágrimas diante do Senhor.